BRASIL – Em entrevista recente, a escritora Tati Bernardi revelou suas reflexões sobre a maternidade e o esforço em educar a filha com valores de trabalho e autonomia, mesmo reconhecendo que a menina já nasce em posição de privilégio.
Bernardi afirmou que não considera culpa ou obrigação definir o destino da filha, mas enfatizou que “não tem como culpar” a condição privilegiada, caso ela exista. A escritora explicou que sua maior preocupação é que a filha entenda que conquistar algo exige esforço, e que a segurança econômica não substitui o valor do trabalho e da responsabilidade.
Além disso, Bernardi falou sobre sua relação com a exposição pública da vida pessoal e do desafio de lidar com expectativas externas. Em suas palavras, ela “não sabe fazer outra coisa” senão expor aquilo que vive, o que influencia diretamente na forma como enxerga a educação da filha.





