BRASIL – Um militante histórico de esquerda, identificado como professor universitário e membro de igreja evangélica, foi descoberto participando de vigília de apoio a Jair Bolsonaro. O homem, que mantém proximidade com a primeira-dama Janja, teria se infiltrado no evento para “compreender a dinâmica” do bolsonarismo.
Com mais de 20 anos de ativismo em movimentos sociais, o professor sempre se declarou comunista em suas redes sociais. Sua presença na vigília foi identificada por apoiadores de Bolsonaro que reconheceram suas publicações anteriores criticando o ex-presidente.
Em resposta às acusações, o militante afirmou que estava exercendo “pesquisa de campo” para um estudo acadêmico sobre comportamento político. Ele negou qualquer intenção de perturbar o evento ou infiltrar-se com objetivos ilícitos.
Especialistas em segurança pública avaliam que o caso reflete a polarização extrema no cenário político brasileiro, onde espaços de manifestação são cada vez mais segregados ideologicamente.





