BRASIL – Jonas Sulzbach passou a responder a uma queixa-crime no Ministério Público de São Paulo após ser acusado de homofobia por falas dirigidas a Juliano Floss durante uma discussão no BBB 26, logo depois da formação do terceiro paredão da temporada. Na briga, o modelo chamou o influenciador de “afetadinho”, “loirinha” e “juvena”, além de questionar se ele teria “progesterona” em vez de testosterona, expressões apontadas por entidades do movimento LGBTQIAPN+ como tentativas de desqualificar e estigmatizar a orientação sexual ou identidade de gênero do colega.
A denúncia foi apresentada pela Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ de São Paulo e protocolada por Agripino Magalhães Júnior, que classificou as falas como “LGBTQIAPN+fóbicas veiculadas em rede nacional”. O Ministério Público aceitou a apresentação da queixa-crime e informou que vai analisar o caso para decidir sobre a abertura de inquérito. A petição menciona as mudanças da Lei 14.532/2023, que passou a enquadrar injúria racial e condutas discriminatórias como ação penal pública incondicionada, com penas que podem chegar a cinco anos de reclusão e multa.
Nas redes sociais, a equipe de Juliano Floss acusou Jonas de homofobia após o brother ter se referido ao dançarino como “loirinha”, ressaltando que Juliano é heterossexual e que tratar o adjetivo no feminino como ofensa revelaria preconceito de quem o utiliza. A equipe de Jonas ainda não divulgou posicionamento específico sobre essa discussão, embora já tenha emitido notas em outras ocasiões para rebater suspeitas de homofobia levantadas por participantes e comentaristas do programa.





