A tenista bielorrussa Aryna Sabalenka atraiu os holofotes do público brasileiro durante suas atividades preparatórias para Roland Garros. Em sessão de treinamento realizada nas quadras de Paris, a líder do ranking mundial da WTA chamou a atenção ao vestir um uniforme esportivo nas cores amarelo e azul, trazendo a palavra “BRASIL” destacada na região do peito.
A atleta faz os ajustes finais para sua primeira partida no torneio francês, onde enfrentará a espanhola Jessica Bouzas Maneiro, atual número 51 do mundo.
Relação com o país e hábitos brasileiros
A escolha da vestimenta reflete um momento de forte aproximação da jogadora com a cultura brasileira, impulsionado por sua vida pessoal:
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Compromisso oficial: Sabalenka oficializou em março deste ano o noivado com o empresário brasileiro Georgios Frangulis, fundador de uma marca de alimentação nascida em São Paulo.
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Costumes locais: A tenista virou presença constante em publicações consumindo pratos típicos do país, como açaí e picanha, além de utilizar gírias e expressões em português nas entrevistas do circuito.
Histórico recente no Grand Slam de Paris e protestos
Dona de três troféus de Grand Slam na carreira, Sabalenka tenta conquistar o título inédito na terra batida francesa. Na temporada passada, a bielorrussa foi responsável por um dos principais feitos do torneio ao quebrar a invencibilidade de 26 partidas da polonesa Iga Swiatek, mas acabou ficando com o vice-campeonato após sofrer uma virada da norte-americana Coco Gauff na grande final.
Retrospecto e Agenda da Líder do Ranking
├── Temporada Anterior -> Vice-campeã em Paris após final de 2h30 contra Coco Gauff.
├── Próximo Passo -> Estreia na chave principal contra a espanhola Jessica Bouzas.
└── Bastidores -> Liderança em manifestações por melhorias financeiras no circuito.
Além das disputas técnicas dentro de quadra, a jogadora tem atuado firmemente nos bastidores políticos do esporte. Recentemente, Sabalenka uniu-se a um grupo de atletas para cobrar da organização do torneio melhores premiações financeiras e igualdade nas condições de trabalho, chegando a acenar publicamente com a possibilidade de uma greve conjunta das jogadoras caso as reivindicações do circuito feminino não sejam atendidas pela federação internacional.






