BRASIL – A greve nacional dos entregadores de aplicativos, que começou nesta segunda-feira (31), já causa transtornos para consumidores em diversas cidades brasileiras. Com a paralisação de dois dias, usuários relatam dificuldades para realizar pedidos e tempos de espera que ultrapassam duas horas em plataformas como iFood, Uber Eats e Rappi.
Reivindicações da categoria
Os entregadores exigem:
- Pagamento mínimo de R$ 10 por entrega
- R$ 2,50 por quilômetro rodado
- Limite de 3 km para entregas de bicicleta
- Fim do agrupamento de corridas sem compensação financeira adequada
Impacto nos consumidores
Nas redes sociais, usuários compartilham frustrações:
“Logo hoje que precisei pedir almoço no iFood os entregadores estão de greve”, escreveu um no X (antigo Twitter). Outro destacou: “Restaurantes todos fechados no aplicativo, meu Deus”.
Imagens circulando mostram telas de apps com mensagens de “tempo de entrega estimado em 120 minutos” e estabelecimentos sem disponibilidade.
Posicionamento das empresas
A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), que representa as principais plataformas, afirmou respeitar o direito à manifestação e manter diálogo com a categoria. Já o iFood, em nota, disse não registrar impactos operacionais – contradizendo relatos de usuários.
A mobilização ocorre em meio a debates sobre condições de trabalho na categoria. Em 2024, o iFood recebeu 19 mil denúncias de assédio e violência contra entregadores, segundo dados da própria plataforma.
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