FAMOSOS / SAÚDE — A atriz Camila Queiroz usou suas redes sociais para compartilhar com os seguidores uma decisão estratégica que tomou em relação à saúde de sua primeira filha, Clara, fruto de seu casamento com o também ator Klebber Toledo. Em uma série de vídeos, a artista revelou que realizou o armazenamento das células-tronco da bebê no momento do parto, ocorrido em dezembro de 2025. Segundo Camila, a escolha foi encarada como um investimento seguro e planejado no bem-estar e no futuro da criança.
O interesse pelo tema começou antes mesmo da gestação, mas ganhou força ao longo dos nove meses, período no qual a atriz intensificou suas pesquisas e buscou o aval de sua equipe médica.
Diálogo médico e embasamento científico
Camila explicou que a decisão não foi tomada por impulso. Ela fez questão de pontuar que o assunto foi debatido exaustivamente durante as consultas de pré-natal:
“Eu perguntei muitas vezes para a minha obstetra, fui atrás, me informei pra caramba, e ela sempre me dava respostas muito otimistas, muito positivas, inclusive sobre estudos que ainda continuam acontecendo”, relatou a atriz. Ela destacou que o material biológico já é uma realidade consolidada na medicina moderna, sendo amplamente utilizado em transplantes e em protocolos de pesquisa voltados para o tratamento de doenças hematológicas graves.
O Processo de Armazenamento de Células-Tronco
├── 🔍 Investigação ──────> Estudo do tema pela mãe e consultas com a obstetra no pré-natal
├── ⏳ Coleta Imediata ──> Extração rápida feita na madrugada do parto (dezembro/2025)
└── 🌡️ Preservação ──────> Criopreservação do sangue e do tecido do cordão umbilical
Procedimento indolor e aproveitamento de material descartável
Um dos pontos mais reforçados pela artista em seu relato foi a simplicidade e a segurança do procedimento. Muitos pais de primeira viagem ainda têm dúvidas ou receios sobre possíveis dores ou riscos para o recém-nascido, mitos que Camila desmistificou com base em sua própria experiência:
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Aproveitamento biológico: A coleta é realizada utilizando o sangue e o tecido do próprio cordão umbilical. Trata-se de uma matéria-prima rica em células primitivas que, em um parto convencional, seria descartada como lixo hospitalar.
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Rápido e imperceptível: O parto de Clara aconteceu tarde da noite, avançando pela madrugada. “Foi uma coleta feita no parto, de forma muito rápida […] Eu praticamente nem vi a pessoa fazendo essa coleta”, detalhou a atriz, garantindo que o processo é 100% indolor tanto para a mãe quanto para o bebê.
O papel das células-tronco na medicina regenerativa
O otimismo de Camila Queiroz encontra eco na comunidade científica. As células-tronco extraídas do cordão umbilical possuem uma alta capacidade de autorrenovação e diferenciação. Atualmente, elas já são utilizadas com eficácia comprovada e autorização de órgãos reguladores, como a Anvisa, no tratamento e transplante de medula óssea para pacientes com leucemias, linfomas e outras disfunções do sistema sanguíneo e imunológico.
Ao encerrar o seu relato, a atriz incentivou outras gestantes e famílias a pesquisarem sobre a criopreservação, ressaltando que, embora todos torçam para nunca precisar acionar o material guardado, ter essa salvaguarda guardada traz uma enorme paz de espírito para o planejamento familiar.






