O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) defendeu a revisão dos incentivos fiscais concedidos ao Polo Industrial de Manaus (PIM) durante entrevista concedida à CNN Eleições. O postulante afirmou que, em um eventual mandato no Palácio do Planalto, a Zona Franca de Manaus (ZFM) estará entre os primeiros alvos de um plano de corte de despesas da ordem de R$ 250 bilhões em benefícios federais.
Na sabatina, o candidato direcionou críticas específicas à fábrica da montadora Honda instalada na capital amazonense, sustentando que a empresa se beneficia de expressiva renúncia fiscal. Renan questionou a lógica territorial da produção fabril no Norte do país e defendeu o remanejamento do setor produtivo para estados do Sudeste e Nordeste, mais próximos dos grandes centros consumidores, sob o argumento de que a distância logística inviabiliza o modelo atual.
A declaração ocorre em momento de ampliação das operações fabris na capital do Amazonas. Recentemente, a montadora anunciou aporte de R$ 1,6 bilhão para expansão e modernização de sua planta industrial no PIM até 2029, visando elevar a capacidade para 1,6 milhão de unidades anuais. O posicionamento do candidato reacende o debate econômico e político sobre os subsídios federais, a competitividade do modelo ZFM e o papel do polo fabril na conservação ambiental e no desenvolvimento regional.
Candidato à Presidência propõe plano de ajuste de R$ 250 bilhões e questiona a viabilidade logística da produção de motocicletas no Amazonas.
O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) defendeu a revisão dos incentivos fiscais concedidos ao Polo Industrial de Manaus (PIM) durante entrevista concedida à CNN Eleições. O postulante afirmou que, em um eventual mandato no Palácio do Planalto, a Zona Franca de Manaus (ZFM) estará entre os primeiros alvos de um plano de corte de despesas da ordem de R$ 250 bilhões em benefícios federais.
Na sabatina, o candidato direcionou críticas específicas à fábrica da montadora Honda instalada na capital amazonense, sustentando que a empresa se beneficia de expressiva renúncia fiscal. Renan questionou a lógica territorial da produção fabril no Norte do país e defendeu o remanejamento do setor produtivo para estados do Sudeste e Nordeste, mais próximos dos grandes centros consumidores, sob o argumento de que a distância logística inviabiliza o modelo atual.
A declaração ocorre em momento de ampliação das operações fabris na capital do Amazonas. Recentemente, a montadora anunciou aporte de R$ 1,6 bilhão para expansão e modernização de sua planta industrial no PIM até 2029, visando elevar a capacidade para 1,6 milhão de unidades anuais. O posicionamento do candidato reacende o debate econômico e político sobre os subsídios federais, a competitividade do modelo ZFM e o papel do polo fabril na conservação ambiental e no desenvolvimento regional.






