Prostituta que ficou com Neymar escreve bilhete da cadeia

Em carta escrita da cadeia, acompanhante que alegou ter tido caso com Neymar desabafa sobre condições desumanas no presídio.

BRASIL – Nayara Macedo, mais conhecida como Any Awada, a acompanhante que ganhou notoriedade ao afirmar ter se envolvido romanticamente com o astro Neymar, vive agora dias dramáticos na Cadeia Pública de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Presa desde a última quinta-feira (22/5) sob suspeita de participar de um esquema de falsificação e venda de cosméticos adulterados, a jovem enviou uma carta emocionante narrando as condições precárias do presídio.

Através de seu escritório de advocacia Blaustein Mello & Ramalho, Any divulgou um relato angustiante sobre sua situação atual. Na mensagem escrita à mão, ela descreve o ambiente como “desumano” e fala sobre a “maldade cruel” das pessoas que a julgaram. A acompanhante mantém sua inocência, alegando que apenas revendia perfumes que acreditava ser originais, comprados de terceiros.

As condições da cela onde está detida chocam pela precariedade. Fotos obtidas pela imprensa mostram instalações degradadas, com relatos da presença constante de ratos e baratas. A superlotação é outro problema grave – algumas detidas são obrigadas a dormir no chão por falta de espaço. Any divide o ambiente com outra gestante de oito meses, situação delicada considerando que ela mesma anunciou uma gravidez pouco depois de revelar o suposto caso com Neymar.

A prisão ocorreu durante uma operação policial em um apartamento de luxo no bairro Alto Ipiranga, em Mogi das Cruzes. Any foi detida junto com sua mãe, Angela de Macedo. No local, os agentes apreenderam uma grande quantidade de cosméticos de marcas famosas e um veículo Audi Q3, avaliado em aproximadamente R$ 150 mil.

Enquanto enfrenta a prisão, Any deixou sua filha de 2 anos sob os cuidados de uma tia. Além do caso atual, a acompanhante responde a outro processo no Tribunal de Justiça de São Paulo, onde é acusada de não entregar um perfume encomendado por uma cliente. Documentos judiciais mostram que o pagamento foi direcionado para uma conta bancária em nome da mãe de Any.

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