MANAUS – Dois adolescentes foram apreendidos por suspeita de matar o cinegrafista Daniel Junio da Silva Miranda durante um assalto dentro da residência da vítima. A investigação aponta latrocínio com uso de armas brancas e subtração de bens antes da fuga frustrada. O caso aconteceu nesta sexta-feira (12), em Manaus, após equipes localizarem a dupla com base em informações colhidas na área do crime.
A vítima tinha 32 anos e morreu dentro de casa após sofrer múltiplos golpes. A perícia registrou lesões por faca e tesoura, com mais de 16 perfurações no corpo. As armas foram apreendidas na cena para análise técnico‑científica.
O latrocínio ocorreu na noite da sexta-feira (5), na Rua Rafael Azize, no bairro Jorge Teixeira, zona leste da capital. A dupla entrou no imóvel, agrediu o morador e reuniu objetos e dinheiro antes de tentar a fuga. Vizinhos perceberam a movimentação e acionaram socorro.
Relatos indicam que os adolescentes conheciam a vítima. Um dos jovens prestava auxílio eventual ao cinegrafista após um acidente que lesionou a clavícula do morador. Na data anterior, um dos suspeitos telefonou e pediu R$ 20, valor que teria motivado o encontro.
Os adolescentes tentaram levar a motocicleta do cinegrafista. Um deles saiu para ligar o veículo, mas moradores observaram sangue nas roupas e detiveram o suspeito. O segundo fugiu, foi identificado pelo comparsa e acabou capturado por populares em seguida.
A Polícia Militar recolheu os menores e acionou o Samu, pois a população agrediu os dois durante a captura. As equipes conduziram a dupla para atendimento e, depois, para a Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais. O inquérito apura circunstâncias e autoria com base em laudos e oitivas.
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros registrou o caso como latrocínio, com confirmação do local do crime e do modo de ação. A perícia apreendeu faca, tesoura e chave de fenda, além de informar número de perfurações compatível com a dinâmica descrita nas diligências.
Familiares relataram a subtração de bens e quantia em espécie da residência. O corpo de Daniel foi liberado após o exame pericial e sepultado no fim de semana. O processo segue com a análise de vínculos entre os jovens e a vítima, além da qualificação do ato infracional para medidas cabíveis.
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