Manaus (AM) – O advogado Sandro Marcelo Silva de Souza, de 28 anos, está sendo investigado após aparecer armado em uma videochamada, enquanto fazia ameaças violentas e proferia ofensas à ex-esposa, que optou por não ter o nome divulgado por medo de represálias.
Na imagem divulgada pela vítima, capturada durante a ligação, Sandro aparece segurando uma arma de fogo e gritando frases agressivas. “Tá onde vagabunda? Vai dormir o caralh*, sua put*, eu tava aí na frente, tu tá com quem sua prostituta do caralh*. Tu é uma kenga, tu não presta, vagabunda!”, diz ele em tom ameaçador.
Segundo relatos da vítima, o advogado não aceita o fim do relacionamento e passou a persegui-la de forma constante. A mulher já registrou diversos boletins de ocorrência contra Sandro, incluindo acusações de stalking e violência doméstica.
Reincidência de comportamento agressivo
O histórico de comportamentos abusivos de Sandro não se limita ao relacionamento com a ex-companheira. De acordo com informações levantadas pela reportagem, até a própria mãe do advogado já registrou queixa contra ele. Em prints divulgados pela família, é possível ver mensagens nas quais Sandro também dirige ofensas e xingamentos graves à mãe.
A conduta do advogado tem gerado indignação nas redes sociais e chamado atenção de entidades de defesa das mulheres no Amazonas. Até o momento, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-AM) ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas a expectativa é de que a conduta de Sandro seja investigada também pela entidade, com possível abertura de procedimento disciplinar.
Áudio atribuído a advogado de Manaus para ex-companheira é divulgado
Medidas de proteção
A ex-companheira de Sandro já conta com medidas protetivas e teme por sua vida. Amigos próximos afirmam que ela vive em constante estado de alerta, devido à insistência e agressividade do ex-marido. A polícia segue apurando o caso, e novas denúncias podem fortalecer o pedido de prisão preventiva do suspeito.
A divulgação do caso reacende o debate sobre o uso de armas por civis e o risco que mulheres correm ao fim de relacionamentos abusivos, especialmente quando há histórico de violência e perseguição.
A reportagem do Portal Tucumã segue acompanhando o caso.
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