SAÚDE – Um bebê diagnosticado com bronquiolite aguda grave foi resgatado por equipe aérea na comunidade rural Nova Esperança, zona ribeirinha de Manaus. O caso ocorreu na terça-feira (12), conforme informou o Departamento Integrado de Operações Aéreas (DIOA), órgão responsável pela execução do resgate. O transporte foi feito em helicóptero devido à urgência do quadro clínico e à dificuldade de acesso por vias terrestres e fluviais.
A criança, de quatro meses, apresentava insuficiência respiratória severa. Conforme relato dos profissionais envolvidos, não havia condições seguras para deslocamento convencional até o hospital especializado em Manaus. O helicóptero do DIOA, modelo Águia 01, foi acionado para garantir atendimento imediato e preservar a vida do paciente. O trajeto aéreo partiu da comunidade até a base do DIOA, localizada na zona centro-sul da capital amazonense.
No momento do desembarque, o bebê foi transferido para uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que seguiu para unidade hospitalar referência em tratamento de doenças respiratórias infantis. O quadro exigiu monitoramento médico intensivo durante todo o percurso.
A bronquiolite aguda grave pode comprometer as vias aéreas inferiores, provocando dificuldade respiratória e risco para menores de dois anos. O agravamento ocorre, principalmente, em áreas rurais e isoladas, onde o acesso a atendimento especializado é limitado. O resgate demonstra a importância de equipes preparadas e recursos logísticos adequados para situações de emergência na Amazônia.
O DIOA informou que mantém equipes em prontidão para demandas de saúde que envolvem populações distantes dos centros urbanos. O órgão integra forças de segurança, Corpo de Bombeiros e SAMU, atuando em operações conjuntas sempre que solicitado por autoridades locais de saúde. A Secretaria Municipal de Saúde acompanha a evolução do bebê, que permanece internado, conforme recomendação médica.
As autoridades reforçam que o acionamento de operações aeromédicas depende do diagnóstico clínico emitido pelo serviço local, da avaliação da gravidade do quadro e da ausência de alternativas de remoção em tempo seguro por terra ou água.
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