MANAUS – Um novo problema agrava a crise na BR-319: o aterro que dá acesso à balsa no Rio Curuçá rompeu no último sábado (31), deixando a travessia completamente interditada até esta segunda-feira (2). O local, que já enfrentava dificuldades desde o desabamento de uma ponte há quase três anos, agora isola comunidades e causa engarrafamentos quilométricos na rodovia que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM).
O incidente ocorreu no KM 24 da BR-319, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A corporação confirmou que a via permanece totalmente interditada, mas equipes dos órgãos responsáveis trabalham para normalizar a situação. Enquanto isso, a recomendação é que motoristas evitem o trecho e busquem rotas alternativas — quando existirem, já que muitas comunidades ribeirinhas dependem exclusivamente desse acesso.
A reportagem questionou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) sobre as medidas emergenciais para restabelecer a travessia, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria. A ausência de informações oficiais preocupa moradores e usuários da rodovia, que enfrentam problemas crônicos na região.
Este é mais um capítulo da prolongada crise na BR-319. Desde o desabamento da ponte sobre o Rio Curuçá em 2021, as soluções temporárias se mostraram insuficientes. O rompimento do aterro evidencia a precariedade da infraestrutura na região, deixando populações inteiras à mercê de alternativas improvisadas.
Com a interdição, o transporte de mercadorias e o deslocamento de moradores ficaram comprometidos. Caminhões com cargas perecíveis e veículos de emergência estão entre os mais afetados pelo bloqueio. Enquanto autoridades não se pronunciam, o prejuízo econômico e social só aumenta para as comunidades que dependem desta via vital.
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