Manaus (AM) – Uma operação conjunta da Polícia Civil de Rondônia (DENARC-RO), Amazonas (DENARC-AM) e Receita Federal interceptou 150 tabletes de skunk (cannabis de alta potência) nesta sexta-feira (8), totalizando 171 quilos da droga.
O carregamento, avaliado em cerca de R$ 17 milhões no mercado ilegal, seria transportado para outras regiões do país ou mesmo para o exterior, segundo investigações.
Como operação rastreou as drogas

A apreensão faz parte da Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, do Ministério da Justiça, que usa dados de inteligência para rastrear rotas de tráfico na Amazônia. Diferente de abordagens convencionais, as equipes monitoraram por semanas o movimento suspeito antes de fechar o cerco.
A droga estaria camuflada em meio a cargas legais – uma tática comum de facções criminosas para o tráfico interestadual. A investigação agora busca identificar os responsáveis pela logística.

O skunk apreendido na operação contém até 3 vezes mais THC que a maconha comum, valorizando a droga no tráfico internacional. A apreensão resulta em um duro golpe no crime organizado, que tenta expandir esquemas de exportação do entorpecente na região norte do país.
Nova facção tentava expandir o tráfico interestadual no AM
Uma operação integrada entre as Polícias Civis do Amazonas (PCAM), Espírito Santo (PCES) e São Paulo (PCSP) resultou na desarticulação de uma nova facção criminosa especializada no tráfico interestadual de drogas, intitulada “13º Cartel”.
Pablo Roberto da Paes Júnior, 23 anos, é o traficante por trás da tentativa de criação do “Cartel 13”. Com prisão preventiva decretada, ele se tornou um dos criminosos mais procurados pela Polícia Civil do Amazonas.
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