Docentes da Escola Municipal Professora Dalvina Silva de Oliveira, situada no bairro Tarumã, zona oeste de Manaus, acusam o Executivo municipal de promover retaliações administrativas — como a redução arbitrária de carga horária e perda de turmas — após o grupo expor falhas estruturais e riscos de segurança na unidade de ensino.
As irregularidades constam em um relatório elaborado pelos próprios educadores e foram confirmadas pelo Sindicato dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom/Sindical) durante vistoria no local.
Principais Irregularidades Relatadas na Unidade
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Segurança e Proteção: Ausência de extintores de incêndio, falta de rotas de fuga mapeadas, fiação elétrica exposta, redes de proteção rasgadas e escadas sem corrimão.
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Cozinha e Refeitório: Registro de fogão com vazamento de gás, ralo aberto, azulejos quebrados em tanques (risco de contaminação de alimentos) e ausência de ventilação adequada.
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Climatização: Aparelhos de ar-condicionado e ventiladores inoperantes nas salas e áreas comuns.
Denúncias de Retaliação e Posicionamento
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Medidas Punitivas: Servidores relatam que, em resposta às cobranças, tiveram turmas retiradas e carga horária reduzida de forma sumária, afetando diretamente seus salários.
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Avaliação do Sindicato: A Asprom/Sindical classificou a estrutura como insalubre e de risco direto à integridade de alunos e profissionais.






