Exposição de crianças: terapeuta compara Virgínia Fonseca e Hytalo Santos

Terapeuta exige revisão de regras de redes sociais e destaca impacto negativo sobre saúde infantil; Repercussão aumenta pressão por novas normas que limitem exposição de menores na internet

CRIANÇAS – A terapeuta Suzy Camacho criticou publicamente a influenciadora Virgínia Fonseca devido ao conteúdo publicado por ela envolvendo crianças e adolescentes em suas redes sociais. A especialista comparou as postagens de Virgínia com as de Hytalo Santos, influenciador investigado por exposição irregular de menores e exploração infantil. As declarações de Suzy foram divulgadas na quarta-feira (13), após repercussão nacional sobre denúncias envolvendo nomes populares das redes sociais.

No comentário, Suzy Camacho afirmou que o comportamento de Virgínia é “deplorável” e salientou que conteúdos que adultizam ou expõem filhos à superexposição digital desrespeitam princípios de proteção à infância. A terapeuta argumentou ainda que, independentemente do alcance do influenciador, existe responsabilidade ética de proteger a saúde física e emocional das crianças, evitando práticas que possam configurar exploração ou estímulo à sexualização precoce.

A profissional destacou que os exemplos negativos vistos nos perfis de Virgínia e Hytalo Santos podem influenciar milhares de seguidores, reforçando uma cultura de banalização diante de conteúdos potencialmente lesivos. Segundo Suzy, a exposição excessiva de menores, seja por interesse comercial ou engajamento, resulta em impactos para o desenvolvimento e a autoestima infantil. Ela defendeu a necessidade de revisão urgente nas políticas das redes sociais, com fiscalização “mais rigorosa” e debates legais sobre limites da exposição digital.

Em suas redes, Virgínia Fonseca já soma milhões de seguidores e costuma exibir cenas da rotina familiar, inclusive com as filhas pequenas. O caso gerou mobilização entre outros profissionais da área de saúde mental, que viram na fala de Suzy Camacho um alerta para as consequências do mau uso das plataformas digitais por responsáveis e influenciadores.

A repercussão também ampliou o debate sobre necessidade de medidas protetivas, fiscalização do Ministério Público e possível criação de novas normas para regular conteúdos envolvendo menores na internet.

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