BRASIL – O chefe do Primeiro Comando da Capital (PCC), Luken Cesar Burghi Augusto, morreu após troca de tiros com policiais em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O caso aconteceu na noite de sábado (9), na Avenida Dom Pedro II, bairro Ocian. Equipes das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) tentaram prender o foragido após denúncia sobre seu paradeiro. Luken, de 43 anos, reagiu à abordagem e atirou contra os agentes da Rota. O disparo atingiu o escudo balístico dos policiais, que não sofreram ferimentos. Os agentes revidaram, atingiram Luken, que morreu no local.
A polícia apreendeu uma pistola 9 mm, munições, documentos suspeitos de falsificação e estojos de munição. O trabalho pericial incluiu exames residuográficos destinados à investigação do confronto. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), câmeras corporais gravaram toda a ocorrência. O registro será analisado pela Polícia Civil e pela Polícia Militar.
Considerado um dos criminosos mais procurados do Brasil, Luken estava condenado a 46 anos, 11 meses e 10 dias de prisão em regime fechado, por participação em crimes como explosão, incêndio, roubo e latrocínio. Em 2017, ele participou de um mega-assalto à empresa de transporte de valores Protege, em Araçatuba, crime que resultou em morte de um policial e roubo de cerca de R$8 milhões. Luken possuía mandado de prisão em aberto até março de 2044 e era considerado foragido desde o ano passado.
Durante a ocorrência, um homem identificado como Gabriel pegou a arma de fogo de Luken e tentou fugir, mas agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) conseguiram recuperar a arma e prender o fugitivo. A SSP-SP destacou que as investigações sobre os crimes seguem em andamento. O secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, declarou nas redes sociais que a “neutralização” de Luken resultou de sua opção pelo confronto armado com os policiais.
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