Mãe é morta a facadas dentro de casa enquanto segurava criança no colo; VÍDEO

Conforme o relato policial, Ewellyn entrou na casa, foi até a cozinha, pegou uma faca e desferiu vários golpes contra Ivia, com foco na região do pescoço

BRASIL – Uma mulher de 40 anos foi morta a facadas dentro de casa, enquanto segurava uma criança no colo, na Rua Viana, bairro Tremembé, zona norte de São Paulo. O crime aconteceu na noite de sábado, 17/01, no interior da residência onde ela morava com os filhos. A principal suspeita é a ex-companheira dela, Ewellyn, mulher trans de 25 anos.

Conforme o relato policial, Ewellyn entrou na casa, foi até a cozinha, pegou uma faca e desferiu vários golpes contra Ivia, com foco na região do pescoço. A vítima estava com uma criança no colo no momento do ataque. Duas crianças presenciaram diretamente a cena dentro do imóvel. Após os golpes, a vítima caiu ao chão ainda com a criança junto ao corpo.

Câmeras de segurança instaladas na residência registraram a sequência do crime. As imagens mostram a chegada da suspeita, o ataque com a faca, a queda de Ivia com a criança no colo e o momento em que Ewellyn arrasta o corpo pelos pés dentro da casa. Nas imagens, a suspeita afirma que chamaria a polícia enquanto movimenta a vítima já ferida.

Após deixar o local, Ewellyn se apresentou à Polícia Militar e informou o endereço da residência. Ela confessou o ataque e foi conduzida à unidade policial. A equipe de socorro do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência levou Ivia para a UPA do Jaçanã, mas a mulher não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

A Polícia Civil indicou ciúmes como possível motivação para o crime. A suspeita acreditava que a vítima mantinha contato com outra pessoa conhecida dela. O caso foi registrado no 73º Distrito Policial (Jaçanã). Ewellyn foi presa em flagrante, e a polícia solicitou a conversão da prisão em preventiva. Ela permanece à disposição da Justiça.

A vítima era originária da região Norte do Brasil e não tinha familiares próximos em São Paulo. Os filhos ficaram sob responsabilidade do Conselho Tutelar logo após o crime, até definição de medidas de proteção e guarda. A Polícia Civil mantém investigação por homicídio, com apoio de perícia realizada no local, análise das imagens das câmeras e depoimentos de testemunhas para esclarecimento da dinâmica e possível aplicação de qualificadoras.

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