BRASIL – A megaoperação deflagrada nesta semana no Rio de Janeiro revelou que líderes do Comando Vermelho mantêm conexões diretas com facções em estados do Norte e Nordeste, incluindo Amazonas, Pará e Bahia.
Segundo a investigação, a facção coordena rotas de tráfico de drogas e armas que atravessam fronteiras internacionais e abastecem comunidades controladas pelo grupo.
Relatórios da Polícia Federal e do Ministério Público Federal indicam que parte das comunicações entre os chefes é feita por aplicativos criptografados, o que dificulta o rastreamento das transações.
As prisões desta semana também mostraram que o comando do grupo continua sendo exercido por criminosos que estão presos, mas que mantêm contato com comparsas fora do sistema penitenciário.
As autoridades afirmam que o objetivo da operação é enfraquecer o eixo logístico que conecta o tráfico no Sudeste às rotas amazônicas usadas para entrada de cocaína.





