VÍDEO: advogado influenciador é condenado a 4 anos de prisão

Com 2,1 milhões de seguidores, advogado foi flagrado em vídeo arrastando mulher; pena será cumprida com tornozeleira eletrônica.

O advogado criminalista e influenciador digital João Neto foi condenado a 4 anos e 2 meses de prisão pelo crime de lesão corporal qualificada contra a ex-companheira, Adriana Bernardo Santos.

A decisão foi proferida nesta terça-feira (3) pelo juiz Robério Monteiro, do 2º Juizado de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Maceió, em Alagoas.

Além da pena de reclusão, o réu também foi condenado ao pagamento de R$ 40 mil em indenização por danos morais à vítima. A pena será cumprida em regime aberto, com uso de tornozeleira eletrônica. Ainda cabe recurso da sentença.

A agressão ocorreu na madrugada do dia 14 de março deste ano, em um condomínio residencial da capital alagoana, e foi registrada por câmeras de segurança. Segundo o processo, João Neto retirou Adriana à força de casa, empurrou a vítima e causou um corte no rosto que exigiu atendimento hospitalar e três pontos.

O advogado criminalista e influenciador digital João Neto, de 47 anos, foi condenado nesta terça-feira (3) a 4 anos e 2 meses de prisão por lesão corporal qualificada contra sua ex-companheira, Adriana Bernardo Santos, de 25 anos. A decisão, proferida pelo juiz Robério Monteiro, do 2º Juizado de Combate à Violência Doméstica de Maceió (AL), também determinou o pagamento de R$ 40 mil em indenização por danos morais. A pena será cumprida em regime aberto, com uso de tornozeleira eletrônica, e ainda cabe recurso.

O crime ocorreu na madrugada de 14 de março, em um condomínio de luxo da capital alagoana. Câmeras de segurança registraram o momento em que João Neto arrastou Adriana para fora do apartamento, a empurrou e causou um corte profundo no rosto — ferida que exigiu três pontos e atendimento hospitalar. Nas imagens, é possível ver a vítima sangrando no hall do prédio, enquanto o advogado tenta conter o sangue com um pano antes de ambos saírem do local.

João Neto foi preso em flagrante em 14 de abril durante a Operação Litorânea Integrada (Oplit), após Adriana buscar ajuda médica. Ele passou 29 dias no presídio Baldomero Cavalcante e foi liberado após aceitar medidas cautelares, incluindo a tornozeleira. O Ministério Público pediu pensão mensal à vítima por um ano, mas o juiz ainda não se pronunciou sobre o pedido.

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