Economista prevê colapso da IA: “É alface digital que consome energia desproporcional”

A analogia refere-se ao custo energético desproporcional de sistemas de IA em relação aos benefícios concretos que oferecem à sociedade.

TECNOLOGIA – Um renomado economista ambiental comparou a inteligência artificial a “alface digital” em palestra sobre sustentabilidade tecnológica. A analogia refere-se ao custo energético desproporcional de sistemas de IA em relação aos benefícios concretos que oferecem à sociedade.

Segundo o especialista, treinar um único modelo avançado de IA pode consumir mais eletricidade que cidades inteiras durante meses. Esse consumo energético massivo, combinado com a escassez de recursos naturais, tornaria o crescimento atual insustentável.

A crítica aponta que muitas aplicações de IA servem para tarefas supérfluas ou substituem atividades humanas que não demandavam tanta energia. O economista defende maior regulação e desenvolvimento de algoritmos energeticamente eficientes.

A palestra gerou debates acalorados na comunidade tecnológica, com defensores da IA argumentando que os benefícios em medicina e ciência justificam o investimento energético. O alerta coincide com discussões globais sobre regulamentação do setor.

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