O Corinthians ficou muito perto de fazer um gol de placa em uma jogada coletiva que chamou atenção pela rapidez, pela troca de passes e pela sequência de lances de efeito. A construção passou pelo passe para quebrar linhas, pelo toque de calcanhar de Matheuzinho, pela participação de Raniele, pela ajeitada de Yuri Alberto e terminou no chute de Garro, em uma ação que resumiu o repertório técnico do time no lance.
A jogada começou com um passe que desmontou a marcação adversária e abriu espaço para a progressão ofensiva. Na sequência, Matheuzinho aplicou um tapa de calcanhar, Raniele deu continuidade à trama, Yuri Alberto deixou a bola na medida e Garro finalizou com a chance de ampliar o placar, em um movimento que deixou a impressão de que o gol estava maduro.
Mesmo sem a bola entrar, o lance ganhou repercussão entre torcedores pela construção precisa e pela fluidez das combinações. O tipo de jogada reforça a ideia de um Corinthians mais solto em determinados momentos, capaz de trabalhar a bola com passes curtos, aproximação e aceleração no terço final do campo.
A sensação foi de que faltou apenas o detalhe final para completar uma ação que tinha cara de gol. Para a Fiel, ficou a frustração de ver uma sequência bonita terminar sem recompensa no placar, mas também a confirmação de que o time conseguiu criar uma jogada de alta qualidade técnica.






