MUNDO – A epidemia de fentanil tem causado cenas dramáticas nas ruas das principais cidades dos Estados Unidos. O fentanil, um opioide sintético até 50 vezes mais potente que a morfina, depressa o sistema nervoso e leva usuários ao chamado “efeito zumbi”: perda de coordenação, situações de vulnerabilidade extrema e aparência letárgica. A produção ilegal, ligada a cartéis mexicanos e importação de laboratórios asiáticos, facilita o acesso à substância e multiplica a presença de dependentes em áreas urbanas.
Hospitais, agências de saúde e autoridades alertam para o risco crescente, com mais de 87 mil mortes por overdose registradas no país em 2024, sendo quase 75% delas atribuídas ao fentanil. Migração do uso de opioides prescritos e o avanço da crise social tornaram o cenário ainda mais crítico em regiões como Califórnia, Oregon e Pensilvânia.
Na ausência de atuação estatal eficaz e políticas públicas que protejam as populações vulneráveis, as imagens de pessoas desacordadas e rapidamente adoecidas se multiplicam em redes sociais, chamando a atenção da sociedade para o desafio sanitário e humanitário desta epidemia de drogas.
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