AMAZONAS – Um vídeo mostrou crianças escalando torre de telefonia de 30 a 50 metros de altura em Maués durante a tarde do domingo (1º/03). Moradores registraram a cena perigosa com celulares quando os menores atingiram o topo da estrutura metálica sem equipamentos de segurança na brincadeira arriscada. A gravação circulou nas redes sociais com identificação do local exato no interior do Amazonas, a 260 km de Manaus.
As crianças iniciaram a escalada pela base da torre de telefonia e subiram diversos metros apoiadas apenas nas barras de metal da construção destinada à transmissão de sinal. Uma delas chegou próximo ao topo da estrutura enquanto outros menores incentivaram a subida do chão com gritos e gestos animados. O vídeo capturou toda a ação em tempo real com detalhes da imprudência que expôs os envolvidos a risco de queda fatal ou choque elétrico nas cabos de alta tensão.
Moradores locais pararam para observar a escalada das crianças na torre de telefonia e alguns tentaram convencer os menores a descerem sem sucesso imediato. Testemunhas alertaram sobre perigo da brincadeira que já vitimou outras crianças em acidentes semelhantes no interior do Amazonas nos últimos anos. Autoridades policiais receberam denúncias sobre o flagrante, mas não confirmaram atendimento imediato à ocorrência registrada na tarde dominical.
A Defesa Civil do Amazonas registrou diversos casos de escaladas perigosas em torres de telefonia por crianças em busca de aventura ou desafio nas redes sociais durante 2026. Acidentes fatais ocorreram quando menores tocaram cabos energizados ou escorregaram das estruturas metálicas sem proteção adequada em áreas urbanas desguarnecidas. Operadoras de telefonia reforçaram cercas e câmeras nos equipamentos, mas brincadeiras continuaram frequentes em bairros periféricos da região Norte.
Pais e responsáveis receberam orientação das autoridades para monitorar atividades dos filhos após viralização do vídeo das crianças escalando torre no Amazonas. Polícia Militar patrulhou áreas críticas com torres desprotegidas e cobrou responsabilização de adultos presentes durante as escaladas perigosas naquele fim de semana. Caso gerou debate sobre fiscalização de infraestrutura urbana vulnerável à ação de menores em cidades amazônicas.





