O Ministério Público do Rio de Janeiro e a Corregedoria da Polícia Militar do RJ deflagraram nesta terça-feira (10) operação para prender 16 policiais militares da ativa suspeitos de integrar o núcleo de segurança do contraventor Rogério Andrade. Até a última atualização, 13 pessoas tinham sido presas, entre elas vários subtenentes, e uma carabina com silenciador foi apreendida com um 1º sargento.
Ao todo, a Justiça expediu 20 mandados de prisão preventiva, incluindo Rogério Andrade, que já se encontra no Presídio Federal de Campo Grande (MS), além de um policial penal, um ex-PM e um ex-policial civil, totalizando 19 denunciados pelo Gaeco. Os mandados, determinados pela 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital, são cumpridos em endereços no Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Mangaratiba, Nilópolis, São João de Meriti e na unidade prisional em Mato Grosso do Sul.
Segundo o Gaeco, os investigados faziam a segurança de pontos de exploração ilegal de jogos de azar na região de Bangu e praticavam atos sistemáticos de corrupção para garantir o funcionamento do esquema. Eles responderão por constituição de organização criminosa armada, com aumento de pena por envolvimento de funcionários públicos e conexão com outras organizações, além de corrupção ativa e passiva. O caso aprofunda as investigações sobre a influência de Rogério Andrade em estruturas do Estado fluminense.





