ROMA (ITÁLIA) — A ex-deputada federal Carla Zambelli participou, no último domingo (12/7), de um ato religioso organizado pelo grupo evangélico “Patriotas em Roma”, na capital da Itália. Durante pronunciamento em cima do altar, a política desferiu agradecimentos públicos ao senador e pré-candidato à Presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e a outros parlamentares de direita que articularam visitas institucionais ao estabelecimento prisional italiano onde ela esteve detida.
Zambelli traçou paralelos diretos com o cenário eleitoral brasileiro de 2026, afirmando que Flávio Bolsonaro está “atravessando um lugar espinhoso” e que o futuro do país “depende do caminho que ele está traçando” na liderança da oposição.
Manifestações Religiosas e Menção a Jair Bolsonaro
Em sua fala para os fiéis e apoiadores no exterior, a ex-parlamentar adotou um discurso focado em conceitos teológicos de perdão, mas manteve o tom de contestação às decisões judiciais que pesam contra o seu grupo político:
Pautas do Discurso de Zambelli na Itália
├── ⛪ Intercessão Religiosa ──> Oração direcionada ao ex-presidente Jair Bolsonaro
├── 🔓 Pauta dos Detidos ──────> Pedido de "milagres" para os condenados pelos atos de 8 de janeiro
└── 🛡️ Defesa de Mandato ──────> Exaltação a Flávio Bolsonaro por não se "envergonhar" de sua liberdade
“Eu oro para que Deus tenha misericórdia daquelas almas que hoje fazem injustiça, que prendem e perseguem. Que Deus possa fazer milagres na vida de cada um dos presos de 8 de janeiro e na vida do nosso presidente Bolsonaro”, declarou Zambelli durante o culto.
Comitiva do Senado e Visitas na Prisão
A ex-deputada utilizou o espaço para rebater informações veiculadas pela imprensa brasileira sobre um suposto isolamento político. Ela relembrou a viagem oficial realizada por uma comitiva de senadores do bloco conservador a Roma em setembro do ano passado para acompanhar a sua situação jurídica na Europa.
Zambelli citou nominalmente os parlamentares que integraram a comissão internacional de apoio:
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Flávio Bolsonaro (PL-RJ);
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Damares Alves (Republicanos-DF);
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Magno Malta (PL-SP);
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Eduardo Girão (Novo-SP).
“Eu sou grata, porque ele [Flávio] fez perceber que eu não estava sozinha, que eu não tinha sido abandonada como os jornais diziam. Eu tinha pessoas que me respeitavam, torciam e oravam por mim”, concluiu a ex-parlamentar, validando o posicionamento do filho do ex-presidente como o principal articulador de sua base no exterior.






