O atacante Richarlison voltou a cobrar publicamente o senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) devido a uma disputa jurídica sobre a posse de uma mansão na Ilha Comprida, em Angra dos Reis, no litoral fluminense. O jogador de futebol afirma ter investido cerca de R$ 10 milhões no imóvel e não ter recebido ressarcimento. “Eu não quis vender a ilha para ele. Como não quis, os caras pegaram na mão grande lá na Justiça”, declarou o atleta, acrescentando que pretende doar parte dos recursos que busca recuperar para o hospital municipal de sua cidade natal, Nova Venécia (ES).
A controvérsia teve início em 2020, quando uma empresa ligada ao jogador e ao empresário Renato Velasco adquiriu a propriedade. Posteriormente, uma firma vinculada ao advogado Willer Tomaz, aliado do parlamentar, reivindicou os direitos de ocupação da área, obtendo decisões favoráveis em instâncias judiciais confirmadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) em 2025. O nome do senador figura nas discussões por ter visitado o local acompanhado de Tomaz, embora não seja parte formal no processo, figurando apenas como testemunha.
Desdobramentos no Âmbito Político e Investigativo
O litígio sobre o imóvel em terras da União também passou a ser acompanhado por órgãos de controle e investigação:
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Representação na Polícia Federal: Em agosto deste ano, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) protocolou uma notícia-crime junto à Polícia Federal para solicitar a apuração de eventuais irregularidades na transferência dos direitos de ocupação da Ilha Comprida.
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Menção em Debates: A controvérsia sobre a mansão de Angra dos Reis voltou ao centro das atenções nacionais após ser citada durante os confrontos diretos no debate presencial da corrida presidencial do segundo turno.






