VÍDEO: MC Poze do Rodo é preso por envolvimento com o Comando Vermelho

Investigadores revelam festas com armas pesadas, rifas fraudulentas de R$ 200 mil e ligação direta com cúpula do tráxico; funkeiro recuperou joias e carros de luxo dias antes da prisão.

BRASIL – A Polícia Civil do Rio de Janeiro, por meio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), efetuou a prisão temporária do cantor Marlon Brendon Coelho Couto, mais conhecido como MC Poze do Rodo. As investigações demonstram que o artista possui vínculos consistentes com integrantes da liderança da facção criminosa Comando Vermelho (CV).

O funkeiro frequentava regularmente festas promovidas por criminosos em comunidades como o Complexo do Alemão e a Cidade de Deus, onde armamentos pesados, incluindo fuzis, eram exibidos publicamente durante os eventos. Segundo apurações da DRE, Poze mantinha uma relação estável com faccionados, realizando shows supostamente financiados pelo CV, o que contribuía para a lavagem de recursos originados do tráfico de drogas.

As autoridades coletaram evidências robustas que sustentaram o pedido de prisão preventiva do artista, destacando seu papel na propagação da influência da facção criminosa. Recentemente, Poze comemorou em redes sociais uma decisão judicial que determinou a devolução de carros de luxo e joias apreendidos durante uma operação policial em novembro de 2024.

A ordem de restituição foi emitida pelo juiz Thales Nogueira, da 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa, que acatou parcialmente os argumentos da defesa do cantor e de sua esposa, Viviane. O processo segue sob segredo de Justiça, e os itens devolvidos incluem veículos como uma Land Rover, uma BMW e um Honda HR-V, além de diversas joias de alto valor.

A investigação policial revelou que o grupo organizava rifas de veículos e transferências via Pix, com prêmios que chegavam a R$ 200 mil. Contudo, os veículos sorteados não tinham a documentação transferida para os ganhadores. Os suspeitos utilizavam métodos semelhantes aos da Loteria Federal para simular legitimidade, mas empregavam um aplicativo manipulado sem auditoria independente, caracterizando a prática como fraudulenta e ilegal.

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