O avanço das cheias no Amazonas já colocou 12 municípios em situação de emergência, conforme boletim da Defesa Civil do Estado, e o cenário é considerado crítico em diversas regiões, com alagamentos severos e risco de novas inundações nas cidades atingidas.
O impacto do período chuvoso e a elevação dos níveis dos rios afetam principalmente municípios do interior, onde famílias já contabilizam perdas de moradia, bens e até parte da produção agrícola, necessitando de assistência imediata. Entre as cidades em situação mais grave estão Tabatinga, Benjamin Constant e Boca do Acre, que enfrentam deslocamento de moradores e áreas urbanas parcialmente inundadas.
O monitoramento das bacias hidrográficas mostra que, além dos municípios já em emergência, outras localidades estão em alerta para possível transbordamento dos rios, enquanto um grupo maior de cidades segue em nível de atenção e monitoramento contínuo das equipes técnicas. A Defesa Civil do Amazonas orienta moradores de áreas de risco, especialmente comunidades ribeirinhas, a acompanhar de perto o nível dos rios, buscar abrigo em locais seguros em caso de perigo iminente e, quando possível, desligar a energia elétrica antes de se deslocar para proteger a integridade física e evitar choques.
O órgão mantém um painel atualizado para acompanhamento em tempo real da situação em todo o estado, com informações sobre níveis de rios, áreas inundadas e ações de apoio humanitário já deslocadas, como cestas básicas, remédios e suporte às comunidades isoladas pela cheia.





