Humorista afirma que artistas locais viram ‘massa de manobra’ no Sou Manaus

Declaração do humorista circulou nas redes e reacendeu discussão sobre espaço para artistas manauaras no evento.

MANAUS – Um humorista chamado Roger Siqueira afirmou que artistas locais viram “massa de manobra” no Sou Manaus e apontou desvalorização nas participações do evento. A crítica destacou uso político de convites e vitrine reduzida para artistas manauaras, com impacto na formação de público e no reconhecimento de carreiras. A declaração circulou em vídeos e postagens, com forte repercussão em perfis regionais. O caso veio à tona nesta semana, com registros nas redes sociais e menções ao festival Sou Manaus Passo a Paço 2025, em Manaus.

A manifestação do humorista foi publicada em conteúdo curto e replicada por páginas locais. As falas questionaram a prioridade dada a atrações de fora em detrimento de músicos, comediantes e artistas visuais da cidade. O material cobrou critérios transparentes e políticas públicas culturais com foco em contratação, cachês e espaços de destaque em palcos principais. As publicações citaram a prefeitura como responsável pela política cultural do evento.

A discussão envolveu perfis de notícias, páginas de entretenimento e influenciadores de Manaus. Vídeos e stories reuniram relatos sobre dificuldades de entrada na programação, falta de divulgação e ausência de continuidade após o festival. As reações incluíram concordância, contrapontos e pedidos por audiências públicas sobre a curadoria. Os registros apareceram em postagens de páginas locais e de criadores de conteúdo da cena cultural amazonense.

O debate reapareceu em um momento de anúncios e apresentações sobre a edição 2025 do Sou Manaus, tema que chegou à Câmara Municipal, com destaque nas redes. O contexto reforçou a cobrança por editais, chamadas prévias e mais transparência na seleção. A pauta também retomou casos anteriores de controvérsias ligadas a participações e cancelamentos de artistas, ponto sensível desde o ciclo de 2023.

A repercussão somou comentários de produtores, músicos e humoristas de Manaus. Os relatos falaram sobre cachês, ordem de apresentações e comunicação prévia. As páginas que replicaram o conteúdo perguntaram ao público se concorda com a crítica e reuniram depoimentos de trabalhadores da cultura. O tema manteve alta tração em perfis da cidade.

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