Agente funerária diz que viu bebê se mexer dentro de saco após hospital constatar morte: ‘Fazia um barulho’

O óbito da criança havia sido atestado cerca de duas horas antes no hospital municipal.
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Um recém-nascido de apenas alguns dias, identificando como Noah Gabriel da Cruz Santos, apresentou sinais vitais e movimentos no momento em que era recolhido por profissionais de um serviço funerário na Santa Casa de Rio Claro, no interior de São Paulo. O óbito da criança havia sido atestado cerca de duas horas antes no hospital municipal.

IDENTIFICAÇÃO DOS SINAIS VITAIS
A agente funerária Regina Célia Paschoal e seu colega de trabalho, Matheus Batagello, compareceram à unidade hospitalar para realizar a remoção do corpo. Durante o procedimento, os profissionais notaram que o invólucro utilizado para o transporte de cadáveres apresentava movimentação e ruídos respiratórios.

Ao abrir a embalagem, os agentes constataram que a criança estava se mexendo e emitindo sons. Diante do quadro, a equipe funerária acionou imediatamente o corpo de enfermagem do hospital para que realizasse o atendimento de emergência e confirmasse a presença de vida.

POSICIONAMENTO DA UNIDADE DE SAÚDE
Em nota oficial, a administração da Santa Casa de Rio Claro declarou que não houve falha médica no atendimento e afirmou que todos os protocolos técnicos, normativos e legais para a aferição de óbito e parada cardiorrespiratória foram seguidos estritamente pela equipe de plantão.

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