Chappell Roan enfrenta polêmicas além do caso com Jorginho do Flamengo

A menina apenas reconheceu a cantora de longe, mas um segurança a abordou de forma desproporcional, acusando-a de assédio e fazendo-a chorar.
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BRASIL – Jorginho, jogador do Flamengo, acusou a equipe de segurança de Chappell Roan de tratar sua enteada de 11 anos com agressividade em hotel de São Paulo durante o Lollapalooza Brasil 2026. O episódio ocorreu neste sábado (21) no café da manhã. A menina apenas reconheceu a cantora de longe, mas um segurança a abordou de forma desproporcional, acusando-a de assédio e fazendo-a chorar.

A polêmica ganhou repercussão internacional com matérias na Variety, People, TMZ e NewsWeek. O jogador publicou desabafo em português e inglês no Instagram para 4,9 milhões de seguidores. Ele marcou o perfil da artista e criticou a falta de empatia com fãs infantis. Torcida do Flamengo invadiu redes da cantora com mensagens de apoio ao atleta.

Chappell Roan já havia criado controvérsias em 2025 ao impor limites rígidos aos fãs por questões de saúde mental. Ela cancelou aparições em premiações após assédio excessivo em eventos públicos. A cantora recusou fotos com fãs em Nova York e pediu distância física durante shows por trauma de stalking. A postura gerou debates sobre celebridade versus privacidade pessoal.

Em entrevista à revista The Cut em setembro de 2025, Roan descreveu pressão da fama como destrutiva para sua identidade queer. Ela criticou indústria musical por explorar artistas jovens sem proteção psicológica adequada. A declaração dividiu opiniões entre apoio à autenticidade e acusações de ingratidão com público pagante.

Durante o Lollapalooza Chicago 2025, Roan alterou letras de músicas para denunciar assédio sexual sofrido por fãs mulheres no festival. A improvisação viralizou no TikTok com 150 milhões de visualizações. Organizadores do evento emitiram nota de repúdio ao comportamento de alguns frequentadores. A atitude reforçou imagem de ativista mas irritou patrocinadores conservadores.

Roan enfrentou críticas em 2024 por usar vestido inspirado em Pamela Anderson de Baywatch nos VMAs sem crédito inicial à atriz. Após backlash nas redes, ela se desculpou publicamente e doou US$ 10 mil para causas trans. O incidente expôs tensões sobre apropriação cultural na moda pop contemporânea.

A cantora também gerou debate ao recusar entrevista com jornalista britânico em Londres por perguntas invasivas sobre vida amorosa. Roan abandonou estúdio de rádio ao vivo em outubro de 2025, dizendo “não devo explicações sobre meu útero”. O clipe alcançou 80 milhões de views no YouTube com apoio massivo da comunidade LGBTQ+.

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