SAÚDE – A crise provocada por bebidas adulteradas com metanol completou um mês sem solução definitiva e continua deixando vítimas em vários estados do país. O número de mortos já ultrapassa 40, e dezenas de pessoas permanecem internadas com sequelas graves, como perda de visão e danos neurológicos.
As investigações apontam que a substância foi usada ilegalmente na produção de bebidas vendidas como gin e cachaça. O metanol, altamente tóxico, é empregado na indústria química e não pode ser consumido por humanos.
Autoridades sanitárias reforçam o alerta para que o público evite produtos sem registro e sem rótulo de origem comprovada. O Ministério da Justiça anunciou que operações de fiscalização seguem em andamento para identificar os responsáveis e retirar as bebidas contaminadas do mercado.
Apesar das ações, especialistas afirmam que o controle total é difícil, pois a fabricação clandestina ocorre em locais improvisados e de difícil rastreamento.





