Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Hospital Israelita Albert Einstein resultou no desenvolvimento do CUTIS-AI, um sistema de inteligência artificial criado para apoiar profissionais da Atenção Primária à Saúde na triagem e identificação de lesões dermatológicas. Em testes iniciais divulgados nesta quinta-feira (5), a tecnologia apresentou uma taxa de acerto de 80%.
O aplicativo, que funciona em modo offline para atender regiões remotas do país, utiliza a combinação de fotografias das lesões de pele com dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos adaptados à realidade da população brasileira.
Enfermidades Mapeadas, Base de Dados e Apoio Clínico
Confira os principais aspectos técnicos e operacionais do projeto CUTIS-AI:
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Doenças e Lesões Mapeadas: O sistema foi treinado para auxiliar no diagnóstico de hanseníase, leishmaniose cutânea, esporotricose, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea e lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picadas de aranha-marrom).
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Estrutura da Amostra e Diversidade: A pesquisa já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e compilou um acervo com mais de 4 mil imagens dermatológicas. O modelo considera diferentes fototipos de pele e perfis regionais do Brasil para garantir acurácia e evitar viés algorítmico.
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Ferramenta Complementar: O Ministério da Saúde ressalta que o CUTIS-AI atua exclusivamente como ferramenta de suporte à decisão médica, sem substituir a avaliação e a consulta presencial realizada pelos profissionais de saúde.






