Ary Fontoura aciona Justiça por despejo e dívida de R$ 131 mil de aluguéis em imóvel no Rio de Janeiro

O processo foi protocolado em fevereiro de 2026 e pede a saída da moradora de um apartamento locado há vários anos, além do pagamento de mais de R$ 131 mil em valores atrasados.

O ator Ary Fontoura, de 93 anos, ingressou na Justiça com uma ação de despejo cumulada com cobrança de aluguel contra uma inquilina de um imóvel localizado na zona oeste do Rio de Janeiro. O processo foi protocolado em fevereiro de 2026 e pede a saída da moradora de um apartamento locado há vários anos, além do pagamento de mais de R$ 131 mil em valores atrasados.

Conforme apuração de veículos que tiveram acesso ao processo, a inquilina mora no imóvel desde 2016, mas parou de honrar o pagamento do aluguel e de encargos previstos em contrato a partir de março de 2024. O acumulado de 35 meses de inadimplência já soma cerca de R$ 131 mil, valor que inclui o valor básico do aluguel, juros e verbas acessórias previstas no contrato de locação firmado entre o ator e a locatária. O contrato conta com uma garantia de R$ 18 mil, que, segundo o ator, se tornou claramente insuficiente diante do montante da dívida.

Ainda de acordo com a ação, a inquilina não desocupou o imóvel de forma voluntária, apesar de ter manifestado, em mensagens e comunicações, a intenção de vender um bem próprio para quitar a dívida. Na prática, o imóvel permaneceu ocupado, o que motivou a busca do proprietário pela via judicial para encerrar o contrato, obter a desocupação e recuperar os valores não pagos.

Na petição inicial, Ary Fontoura pede a concessão de liminar, com a inquilina tendo até 15 dias para deixar o apartamento, período que também foi definido como prazo máximo para eventual quitação da dívida, o que poderia evitar a rescisão do contrato. Além disso, o ator solicita a condenação da moradora ao pagamento integral dos valores atrasados, bem como a efetivação do despejo definitivo, caso a dívida não seja quitada nos termos determinados pela Justiça. O processo tramita na Justiça fluminense, que analisará se a liminar será concedida e quais serão os efeitos jurídicos posteriores sobre a relação locatícia.

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